Ao reconhecer o desequilíbrio estrutural da peça orçamentária, Hugo Motta dá passo essencial para corrigir a rota e discutir reformas que tragam racionalidade ao gasto público
Leia postagem do Estadão:
"Do limão, uma limonada - Uma reforma, para ser digna do nome, precisa almejar um Estado mais eficiente no longo prazo ou seja, um Estado que respeita o dinheiro do contribuinte."
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