Presidente da FIEPB defende redução de gastos públicos para fortalecer economia

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No fim do mês de maio, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou um levantamento sobre o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, onde constatou que a indústria foi o único dos três principais setores da economia que não teve crescimento no 1° trimestre de 2025.


Analisando com preocupação os números divulgados pelo IBGE, 0 presidente da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEPB), Cassiano Pereira, ressaltou que o problema é resultante de uma soma de fatores, entre eles a escassez de mão de obra, ocasionada pela informalidade no mercado de trabalho do Brasil, e também pela rigidez da legislação trabalhista brasileira, que é uma das mais intransigentes do mundo.


"Enfrentamos uma

crise

sem

precedentes de falta de mão de obra em nossas fábricas, isso é sentido em todos OS setores, embora estejamos num momento de alta do emprego.

Precisamos de muito mais trabalhadores formais do que a quantidade que temos hoje, e parte desse problema é consequência de programas sociais de transferência de renda que estimulam a informalidade, prejudicando a economia e o crescimento do nosso país", disse o presidente da FIEPB.


Cassiano Pereira lembra que, além da falta de mão de obra, os setores econômicos ainda enfrentam juros altos, um custo elevado da energia elétrica, o que acaba impactando a produção.

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