No desespero de se salvar, Bruno negocia até o que já disse ser inegociável

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Bruno Cunha Lima ao lado de Veneziano.

Não poderia sair mesmo barato a adesão do MDB para o governo BCL.

Veneziano representa hoje a salvação não somente de uma reeleição de Bruno, como também uma possível salvação no restante do seu governo.

Há quase 3 anos como chefe do executivo campinense, BCL ainda não disse para que veio. E eles sabem disso. Todos tem pesquisas.

A verdade está nas ruas.

Quando Bruno entrega a SEMAS a Vené, o que considero TOTALMENTE LEGÍTIMO E MERECIDO, ele sabe que está entregando uma das mais importantes secretarias da Prefeitura. Uma das mais cobiçadas da PMCG, de grande porte, com maior número de empregos e assistencialismo.

As consequências políticas disso tudo é que Bruno nunca tratou deste jeito os aliados que foram os responsáveis pela sua eleição. Como Romero Rodrigues, várias lideranças e vereadores, além da família Ribeiro.

Confira declaração de Bruno Cunha Lima veiculadas no site do Jornal da Paraíba, no ano de 2020, quando o prefeito ainda estava em movimento de translação de governo:

Jornal da Paraíba

Até a próxima sexta-feira o prefeito eleito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD), deverá anunciar os nomes que irão compor a comissão de transição para a futura gestão municipal. Mas mesmo antes disso ele tem avisado: as secretarias de Saúde, Educação, Assistência Social e Planejamento são "inegociáveis". Em outras palavras: serão os pilares de sua gestão e deverão receber nomes técnicos sob o seu comando. "Essa decisão política em relação a essas 'pastas' foi tratada abertamente na campanha e a cidade deu carta branca nas urnas para esse modelo" explicou.”

Por Milton Figueirêdo

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