URGENTE: HOSPITAIS COMUNICAM COLAPSO NA SAÚDE DE CAMPINA GRANDE E PARALISAÇÃO DE SERVIÇOS ESSENCIAIS - PACIENTES COM CÂNCER, QUE FAZEM HEMODIÁLISE, CIRURGIAS CARDÍACAS, TUDO VAI PARARALISAR

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Campina Grande vive um dos momentos mais críticos da sua história recente na área da saúde. Instituições hospitalares e clínicas que atendem milhares de pacientes pelo Sistema Único de Saúde (SUS) emitiram um alerta contundente sobre a paralisação dos serviços, diante da grave crise financeira enfrentada pelos prestadores.


Em documento conjunto, os representantes de hospitais e clínicas afirmam que a situação é insustentável e que o município caminha para um colapso da assistência hospitalar, afetando diretamente a população que mais precisa do sistema público.


Entre as instituições signatárias estão:

• Hospital João XXIII – Sistema de Assistência Social e de Saúde (SAS)

• Hospital Geral Antônio Targino – Fundação Assistencial da Paraíba (FAP)

• Clínica Dr. Maia – Instituto Neuropsiquiátrico de Campina Grande S/S Ltda

• Clipsi Serviços Hospitalares em Recuperação Judicial Ltda

• Fundação de Olhos da Paraíba (FOP)


Os representantes legais afirmam que os atrasos de repasses e a ausência de soluções concretas estão levando as unidades ao limite operacional, colocando em risco atendimentos de urgência, internações, cirurgias, exames e tratamentos especializados.


A situação é ainda mais grave porque procedimentos vitais podem ser diretamente impactados. Segundo o alerta das instituições, serviços como tratamentos oncológicos (pacientes com câncer), sessões de hemodiálise, cirurgias cardíacas e realização de partos estão entre os atendimentos que podem sofrer paralisação, caso não haja uma intervenção imediata.


No documento, as instituições se colocam à disposição para resolução imediata com o poder público municipal, na tentativa de buscar soluções emergenciais que evitem o colapso total da rede hospitalar.


A paralisação dos serviços representará um cenário dramático: filas ainda maiores, suspensão de procedimentos, superlotação e sofrimento para pacientes que dependem exclusivamente do SUS.


Enquanto isso, cresce a pressão sobre a gestão municipal para que apresente respostas rápidas e efetivas. O silêncio ou a lentidão administrativa podem custar caro — em vidas.


A crise escancara a realidade preocupante: Campina Grande corre o risco de ver sua rede de saúde entrar em colapso, com consequências imprevisíveis para toda a população.


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