CONTRAPONTO: Após artigo de opinião publicado pelo jornalista MILTON FIGUEIREDO, presidente do SINDUSCON pede espaço para também se posicionar oficialmente sobre o tema abordado

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Leia NOTA OFICIAL enviada ao BLOG:

"Sinduscon Paraíba – Nota

O Sindicato da Indústria da Construção e do Mobiliário do Estado da Paraíba (Sinduscon-PB), através de sua presidência, vem esclarecer, a respeito de publicação opinativa do respeitado jornalista Milton Figueiredo:

1. O Sinduscon mantém permanente relação colaborativa e, ao mesmo tempo, de independência quanto aos poderes público, como é de se esperar de entidades de classe que atuem na representação dos interesses dos seus associados;

2. Neste sentido, o Sinduscon-PB vem realizando um trabalho de agregar e somar com todos os órgãos públicos, incluindo a Prefeitura de Campina Grande, sempre buscando o melhor para o setor e não estando em guerra com qualquer esfera dos poderes públicos;

3. Na entrevista mencionada no respeitável artigo, o presidente do Sinduscon-PB, ao referir-se aos “percalços enfrentados, que não são poucos”, não tratava exclusivamente de Campina Grande, conforme pode ser visto do próprio trecho citado, mas do cenário geral, em todo o país, numa referência ao contexto econômico nacional;

4. Em Campina Grande, a construção civil liderou a geração de empregos no primeiro semestre. Na Paraíba, teve o segundo melhor desempenho. Os resultados mostram a força do segmento e seu foco no trabalho, sem envolvimento em conflitos de ordem política.

Assim sendo, ao tempo em que reiteramos nosso mais profundo respeito pela imprensa e a liberdade individual de opinião, apenas solicitamos que, sob estes mesmos valores, possam ser considerados e publicizados os esclarecimentos ora expostos.

Por fim, reafirmamos que o Sinduscon-PB busca, sempre, construir o diálogo entre todos os atores públicos e privados a fim de pavimentar o crescimento do setor e o desenvolvimento local, com a ajuda e colaboração de todos que possam e queiram contribuir.

Campina Grande, PB – 29 de agosto de 2024

Lamartine Alves

Presidente do Sinduscon-PB "

Reveja na íntegra artigo de opinião publicado pelo jornalista Milton Figueiredo:

**A Prefeitura de Campina Grande atrapalhou a construção civil e agora tenta faturar midiaticamente em cima dos INVESTIMENTOS e do TRABALHO dos EMPRESÁRIOS - OPINIÃO

Depois de Campina Grande fechar o primeiro semestre de 2024 com um saldo de 2.261 empregos formais, e de acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, deste total 981 empregos terem sido gerados, de saldo, pelo segmento da construção civil da cidade, que, portanto, liderou o resultado positivo na Rainha da Borborema, a gestão atual da Prefeitura de Campina Grande, agora, tenta faturar com os indicadores do segmento.

Não é segredo para ninguém que nos últimos 4 anos o setor da construção civil tem vivido uma verdadeira GUERRA com as condições impostas pela PMCG ao segmento liderado pelo SINDUSCON.

Até agressões verbais já houve em audiência pública que aconteceu na Câmara de Vereadores de Campina Grande, na gestão atual, onde o presidente do Sindicato da Construção Civil, na época o empresário Helder Campos, se disse desrespeitado e agredido por secretários do município, quando foi chamado de "LEVIANO".

O setor tem reclamado reiteradas vezes que as condições e as dificuldades de toda natureza, imposta pela Prefeitura de Campina Grande ao empresários do segmento, fez com que muitos deles até já tivessem se retirado da cidade e ido empreender na cidade de João Pessoa, capital do estado.

Infelizmente, de acordo com vários empresários do ramo, a atual gestão da Prefeitura não somente deixou de ajudar, como atrapalhou o segmento na cidade.

Em entrevista ao jornalista Lenildo Ferreria, o atual presidente do SINDUSCON, Lamartine Alves, frisou: "Mesmo com todos os percalços enfrentados, que não são poucos, a construção civil lidera a geração de empregos em Campina Grande e tem o segundo melhor resultado da Paraíba. Nosso setor é arrojado e resiliente, superando as adversidades e sendo essencial para o desenvolvimento econômico e social”.**

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