Lula se finge de morto diante de achados da PF sobre emendas

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O inquérito que investiga a liberação das famigeradas emendas parlamentares no Dnocs foi enviado pela Polícia Federal, nesta semana, ao STF. Significa dizer que os investigadores detectaram as digitais de suspeitos que exercem mandato no Congresso Nacional na investigação que envolve contratos de R$ 1,4 bilhão.


O epicentro do escândalo localiza-se no Dnocs da

Bahia. Já se sabia que a apuração da PF havia esbarrado nos nomes de políticos com mandato federal. Mas não havia provas que justificassem a remessa do inquérito ao Supremo. Sabe-se agora que os indícios apareceram. O fato deveria ser celebrado. E sempre desagradável dar de cara com a podridão. Causa revolta. Mas o desmascaramento de algo ilícito oferece a oportunidade de correção de rumos.


Um detalhe impede a celebração do trabalho da PF. Um

mês depois das batidas policiais que penduraram nas manchetes o caso Departamento Nacional de Obras contra as Secas, o coordenador do órgão na Bahia, Rafael Guimarães de Carvalho permanece no cargo. Fingindo-se de morto, Lula se absteve de ordenar sua exoneração.

Ignora o fato de que o personagem foi gravado pela PF num diálogo vadio travado num carro com um dos empreiteiros enrolados na suspeita de desvios.


Com informação do Portal UOL

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