Lula não faz política, está isolado e capturado, diz Kakay

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O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, de 67 anos, avalia que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está “isolado” e menos acessível em seu 3º mandato. Um dos maiores defensores do governo federal, Kakay diz reconhecer que o petista “enfrentou” o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em mensagem enviada em um grupo de WhatsApp para amigos no domingo (16.fev.2025), o advogado disse ver o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, como um possível sucessor, mas aponta preocupação com as eleições de 2026 e afirmou ter esperança no surgimento de uma direita mais “civilizada”.


Kakay recepcionou Lula em sua própria casa em 12 de dezembro de 2022, em Brasília, quando o petista foi diplomado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) como vencedor das eleições. Ele é advogado criminal e já defendeu 4 ex-presidentes da República, 80 governadores, dezenas de congressistas e ministros de Estado. Além de grandes empreiteiras e banqueiros. É articulista do Poder360 e escreve artigos a favor da eleição de Lula desde antes do início do processo eleitoral. A MENSAGEM DE KAKAY Eis a seguir, a íntegra da mensagem enviada por Kakay a amigos e políticos.


“Vários já me ligaram e disseram que vão imprimir para entregar em mão a Lula”, disse o advogado ao Poder360: “Lula, a esperança da democracia. ‘”Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro.’ Clarice Lispector. “Lula ganhou 3 vezes e elegeu Dilma como sua sucessora. À época elegeria qualquer de seus ministros, pois era imbatível. “Certa vez, conversando com um senador do PT, ele me disse que há 1 ano tentava uma audiência com a Presidenta Dilma. Ela não fazia política. Sofreu impeachment. “Um dia no governo Lula um senador da oposição me liga as 11h da manhã e reclama que tinha assumido há 15 dias –era suplente– e que não havia sido recebido pelo Zé Dirceu, chefe da Casa Civil. Liguei para o Zé. Às 12:30 a gente estava almoçando no Palácio do Planalto. O Zé –de longe o mais preparado dos ministros– deu um show discorrendo sobre o Estado de origem do senador, que saiu de lá com o número do celular do Zé e completamente encantado.


“Neste atual governo Lula fez o que de melhor podia ao enfrentar Bolsonaro e ganhar do fascismo impedindo que tivéssemos mais 4 anos de Bolsonaro. Seria o fim da democracia. Seriam destruídas de maneira irrecuperável tudo que foi construído nos governos democráticos, não só do PT. “O fascismo acaba com tudo. Este o maior legado do Lula. Para tanto foi necessário, senão não teríamos ganhado, fazer uma aliança ampla demais. Só o Lula conseguiria unir e fazer este amplo arco para derrotar Bolsonaro. Aqui em casa, no dia da diplomação, 12 de dezembro, determinado político se aproximou em um momento.


Com informações do Portal Poder 360

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