Polícia investigará rede de apoio que agiu para evitar prisão de Fernando Cunha Lima - PB Todo Dia
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O núcleo era formado por familiares próximos e um grupo de pessoas que eram pagas pela família. Eles serão investigados pela Polícia Civil.
“Esse grupo fechado, mais próximo, começou a dar um apoio e esse apoio começou a cansar também. Porque tem uma logística pra isso. Ele quer ter a vida boa, mas não quer responder a Justiça, com isso, esses familiares pediram apoio a outras pessoas e pagavam a outras pessoas para darem apoios logísticos e essas pessoas serão responsabilizadas”, disse André.
Sem a realização da prova de vida, o médico estava com a aposentadoria suspensa. Recentemente, ele havia vendido um apartamento em João Pessoa, mas o dinheiro ficou bloqueado devido à ação penal e ao pedido do advogado das vítimas. Por isso, Fernando estava sem renda e se mantinha com o auxílio de familiares que enviavam dinheiro.
“Havia um apoio familiar, só que quando digo família é família mais fechada, aquele núcleo mais fechado. Por outro lado, havia uma parte da família que não dava esse apoio, tanto é que tem sobrinhas que foram vítimas dele e passou uma vida tentando provar esses crimes praticados por ele”, declarou.
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As pessoas contratadas para essa rede de apoio alugavam imóveis, levavam comida e medicamentos, dando apoio logístico.
“De fato, houve nesses quatro meses todo um aparato para que Fernando Cunha Lima ficasse sem cumprir as determinações do estado”, concluiu André.
Com informações do PB Todo Dia