COM PRISÃO MANTIDA, CABERÁ À JUSTIÇA PARAIBANA DECIDIR ONDE FERNANDO CUNHA LIMA FICARÁ RECLUSO

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O desejo do pediatra Fernando Cunha Lima de ser solto em dois dias, ao que parece, ficará no mundo das ideias. Durante audiência de custódia, neste sábado (8), no Fórum de Olinda, a prisão dele foi mantida pela juíza plantonista Michele Duque de Miranda Scalzo. Mas as notícias ruins para o médico acusado de abuso sexual contra crianças não para por aí. A magistrada entendeu, também, que caberá à juíza da 4ª Vara Criminal de João Pessoa, Virgínia Gaudêncio, decidir o destino do profissional. A magistrada é a mesma que expediu mandado de prisão contra ele no meio de semana.


A defesa do médico esperava que a Justiça pernambucana concedesse prisão domiciliar ou reclusão, mas com decisão a ser cumprida em algum presídio pernambucano, já que ele tem parentes no Estado vizinho. Enquanto não há uma decisão em definitivo, ele foi encaminhado para o Centro de Observação Criminológica e Triagem (Cotel), em Abreu e Lima. O advogado Aécio Farias disse ao blog que vai apresentar novo habeas corpus para tentar convencer a Justiça pernambucana a manter Cunha Lima em Pernambuco.


Fernando Cunha Lima estava foragido desde novembro do ano passado. Ele estava abrigado em uma casa de classe média na cidade de Paulista, no Estado vizinho. Após ser preso, nesta sexta-feira (7), o médico foi trazido para João Pessoa, onde foi apresentado. Depois disso, foi levado de volta a Pernambuco, por decisão da Justiça que entendeu que a audiência de custódia deveria acontecer no estado onde aconteceu a prisão.


O médico é acusado de estupro de vulnerável em dois processos que envolvem seis crianças. As denúncias começaram a surgir em julho de 2024, e os crimes teriam ocorrido dentro do consultório dele em João Pessoa. Ele foi preso nesta sexta-feira (7) no município de Paulista, em Pernambuco.


Com informações do Portal Suetoni Souto Maior

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